Mas, como em todos os casos há opiniões divergentes e a nossa questão-problema não é excepção. Algumas pessoas defendem que, em situações de crise de um país, não se devem investir fundos em infra-estruturas para, por exemplo e aplicando ao tema em questão, garantir a qualidade da água. Sendo assim esta será a sua possível argumentação:
Um país tem por base a sua economia. Em períodos de crise a economia fica fragilizada. Os fundos de um país em crise devem ser usados de forma racional. Cuidar do ambiente e em particular das águas (em países subdesenvolvidos) tem os seus custos. Logo não se deve cuidar do ambiente e das águas pois estaríamos a pôr em crise o país.
No nosso ponto de vista este argumento não é eticamente correcto pois se por qualquer razão houver uma epidemia causada pelas águas contaminadas haverá responsabilidades para aqueles que optaram por não investir os fundos no melhoramento da qualidade das águas. Ora, se o país se depara com uma situação de epidemia terá de gastar dinheiro em medicamentos e outros bens para salvar a população. Ou seja, no fundo o dinheiro acabou por ser gasto.
Objecções
Mas, como em todos os casos há opiniões divergentes e a nossa questão-problema não é excepção. Algumas pessoas defendem que, em situações de crise de um país, não se devem investir fundos em infra-estruturas para, por exemplo e aplicando ao tema em questão, garantir a qualidade da água. Sendo assim esta será a sua possível argumentação:
Um país tem por base a sua economia. Em períodos de crise a economia fica fragilizada. Os fundos de um país em crise devem ser usados de forma racional. Cuidar do ambiente e em particular das águas (em países subdesenvolvidos) tem os seus custos. Logo não se deve cuidar do ambiente e das águas pois estaríamos a pôr em crise o país.
No nosso ponto de vista este argumento não é eticamente correcto pois se por qualquer razão houver uma epidemia causada pelas águas contaminadas haverá responsabilidades para aqueles que optaram por não investir os fundos no melhoramento da qualidade das águas. Ora, se o país se depara com uma situação de epidemia terá de gastar dinheiro em medicamentos e outros bens para salvar a população. Ou seja, no fundo o dinheiro acabou por ser gasto.